Lâmpadas, Acordo Setorial e Sustentabilidade

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Venceu ontem (30/junho) o prazo das lâmpadas incandescentes no mercado brasileiro. O produto, que não atende aos novos níveis mínimos de eficiência energética, começou a ser substituído gradativamente, desde 2014.

A medida do governo integra a nova legislação, elaborada pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), e é coordenada pelos ministérios de Minas e Energia; Ciência, Tecnologia e Inovação, e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em parceria com o Inmetro.

Com o banimento das incandescentes, o consumidor terá à disposição modelos mais econômicos e com maior vida útil, ainda que com preços menos atraentes, a exemplo das lâmpadas fluorescentes e de LED. “A redução nos gastos com a conta de luz impacta diretamente no orçamento doméstico. A eletricidade consumida pela iluminação pode representar até 20% dos gastos de uma família, o que não é pouco”, calcula Georges Blum, presidente da Abilumi (Associação Brasileira de Fabricantes e/ou Importadores de Produtos de Iluminação).

Veja aqui mais informações e um comparativo entre os modelos. (via Veropress / imagem pixabay)

Vale lembrar que uma vida útil mais longa pode significar também a redução na geração de resíduos. E, com o aumento do consumo dos outros modelos, outro ponto a ser reforçado é que está em vigência o Acordo Setorial de Logística Reversa de Lâmpadas Fluorescentes de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista, assinado em 2014 e com validade até novembro de 2016, quando deverá ser reavaliado. Além da Abilumi, assinaram o Acordo a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação – ABILUX, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo – CNC e os representantes legais de 24 empresas do setor.

Veja aqui o Acordo Setorial para implantação do Sistema de Logística Reversa de Lâmpadas Fluorescentes de Vapor de Sódio e Mercúrio e de Luz Mista.